RECOMPOSIÇÃO DE PASSIVOS

Se sentindo enforcado com o financiamento de CAPITAL DE GIRO?
Não é a primeira nem última vez que passamos por uma séria crise no Brasil. Crise essa, que atinge todas as…

Se sentindo enforcado com o financiamento de CAPITAL DE GIRO?

Não é a primeira nem última vez que passamos por uma séria crise no Brasil. Crise essa, que atinge todas as esferas, principalmente política e econômica.

Percebida com mais força no final do ano de 2.012 e passando por um momento mais difícil e conturbado agora em 2016, a crise vem prejudicando seriamente todos os mercados. Imobiliário, indústrias de diversos segmentos, prestadores de serviços, saúde, lazer, turismo e etc.

Em um momento agudo de crise é normal assistirmos o chamado efeito “bola de neve”, onde um mercado atingido afeta outro que por sua vez atinge outro. Podemos chamar também de efeito “dominó”. Numa situação como essa, em geral, a primeira dificuldade que uma empresa sente após a queda de demanda ou o aumento agressivo nos preços dos insumos é a deficiência de capital de giro.

O capital de giro é comprometido com maiores custos de insumos, energia elétrica, aluguel, demissões e etc., que dificilmente poderão ser repassados em sua totalidade para o preço de venda, ocasionando uma queda drástica no lucro.

Em pouco tempo, essa desvalorização do capital de giro traz consequências gravíssimas, dentre elas a falta de caixa para cumprir as obrigações.

O movimento natural de uma empresa com dificuldades, como a falta de capital de giro, é a busca por capital terceiro, ou seja, bancos e Instituições Financeiras. O grande problema é que em um momento de crise como este que estamos passando, este capital fica muito mais caro e difícil de acessar.

Não é incomum ouvirmos histórias de empresários que aprovaram financiamentos de capital de giro (pré-aprovado), sem se atentar as taxas de juros que estavam sendo cobradas, prazos para amortização e outras cláusulas de contrato, pelo desespero que a necessidade de capital de giro imediata traz. Ou mesmo sabendo de tais condições o empresário naquele momento não tinha outra saída.

Não é difícil imaginarmos que este alívio imediato, tem dias contados. Provavelmente no próximo mês, seis meses ou no máximo um ano, este empresário terá o mesmo problema ou um problema ainda maior. Em prática ele ganhou um tempo mas empurrou uma dívida que agora está somada a maiores juros. A tendência é que a situação em um futuro próximo esteja muito mais complicada.

Isso acontece por um motivo óbvio mas que em um momento de turbulência e estres, dificilmente o empresário estará pensando com racionalidade. O objetivo do capital de giro é fazer a empresa faturar, ou seja, fazer o capital girar. Comprar insumos, transforma-los ou vende-los para que entre receita em caixa. Quando o empresário está em desespero, com dificuldades financeiras, este capital é desviado para pagar juros e outras dívidas que não fazem parte diretamente deste giro, ocasionando problemas de entrada de receita e falta de dinheiro em caixa. Esta situação, inserida em um cenário de crise, que por si só diminui a demanda por compras de produtos ou serviços nos faz entender o cenário mais provável para o empresário após alguns meses.

Qual a solução para esta situação?

Talvez pelo alto nível de estres, pessimismo ou falta de informações, muitos empresários não sabem que esse passivo, financiamento de capital de giro, pode ser renegociado através de um plano que chamamos de Recomposição de Passivos.

Se trata de um plano onde através de uma estratégia bem elaborada, monta-se uma proposta bem embasada e robusta, onde pode-se demonstrar para instituição financeira credora a capacidade de pagamento da empresa dentro de um novo cenário de financiamento. Ou seja, renegocia-se o passivo, assumindo um novo prazo, com uma taxa mais acessível e com grande possibilidade de se obter um prazo de carência.

Posso afirmar que em um momento como o atual a aceitação por este tipo de plano é muito grande. Se trata de um bom momento para sentar com as instituições credoras para colocar as cartas na mesa e juntos chegarem a um bom termo.

Não podemos esquecer que para os dois lados, a dívida só é boa se for paga!

Saiba mais informações sobre a Recomposição de Passivos entrando em contato com um sócio da Uplann. Teremos o maior prazer em lhe ajudar nessa empreitada.

 

Luiz Guilherme Moina.

www.uplann.com.br

 

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